Accessibility Tools
Civil society organisations from across Latin America and beyond have issued an open letter to the Presidency of COP30 calling for care, decent work and a truly just transition to be placed at the heart of global climate action. The letter highlights how paid and unpaid care work sustains life yet remains invisibilised, undervalued and unevenly distributed, particularly affecting Black, Indigenous, rural and women in peripheral territories. It also warns that climate change is deepening existing inequalities, increasing the burden of domestic and community care while failing to recognise the vital role women play in adaptation and resilience. The organisations urge COP30 to integrate the human right to care into climate strategies, strengthen public services, ensure meaningful participation of women carers in negotiations and place care at the centre of policies on loss, damage and reparations.
Open Letter to the Presidency of COP30
Care, decent work and a just transition: for an economy that sustains life
Belém, 2025
To the Presidency of the 30th Conference of the Parties to the United Nations Framework Convention on Climate Change (COP30),
We, civil society organisations, address the Presidency of COP30 to reaffirm the urgency of placing care at the centre of the just transition, decent work and global responses to the climate crisis.
Care work — paid or unpaid — sustains life, economies and territories. However, it remains invisibilised, undervalued and unequally distributed. In regions such as Africa, Asia, Latin America and the Caribbean, women perform three to five times more hours of unpaid care work than men. In Brazil, 91% of domestic workers are women, 65% of them Black, demonstrating how gender, race, class and age inequalities structure the work that upholds the dignity of human life. This work is therefore feminised, racialised and continues throughout the ageing process of women.
Climate change aggravates this reality. The intensification of extreme events, water and food scarcity and the displacement of communities increase the time and effort dedicated to domestic or personal care — work that falls mainly on women in peripheral, rural, riverside and Indigenous territories. At the same time, they are the ones leading community actions on adaptation, biodiversity protection and resilience-building, even without recognition or adequate remuneration. Thus, paid and unpaid care work carried out by individuals and communities, in addition to environmental care, are essential dimensions of the human right to care that must shape policies and investments in climate action, now and in the future.
The new Gender Action Plan of the UNFCCC, currently under discussion, recognises for the first time care work as an emerging theme essential for gender equality and climate action. This development is historic and requires political commitment so that it translates into financing, the strengthening of universal and high-quality public services, training and the effective participation of unpaid women carers and workers in climate and economic decision-making, in order to achieve a truly just transition.
The Brazilian Presidency of COP30 has the opportunity to lead this process and to consolidate globally the care agenda as part of the just transition. Brazil can show the world that decarbonisation is not possible without the recognition and valuing of the work that sustains life and that is carried out mainly by Black, Indigenous, peripheral and rural women of all ages.
For this reason, we call on COP30 to:
A truly just transition is one that places the sustainability of life at the centre of economic and environmental policies, recognising the vital role of women, communities and all those who care for human life and nature.
Signed (in alphabetical order):
Organizações da sociedade civil de toda a América Latina e de outras regiões publicaram uma carta aberta à Presidência da COP30, pedindo que o cuidado, o trabalho decente e uma transição verdadeiramente justa sejam colocados no centro da ação climática global. A carta destaca que o trabalho de cuidado — remunerado e não remunerado — sustenta a vida, mas continua invisibilizado, desvalorizado e distribuído de forma desigual, afetando especialmente mulheres negras, indígenas, rurais e de territórios periféricos. Também alerta que as mudanças climáticas aprofundam essas desigualdades, ampliando a sobrecarga de cuidado doméstico e comunitário e deixando de reconhecer o papel vital desempenhado pelas mulheres na adaptação e na construção de resiliência. As organizações instam a COP30 a integrar o direito humano ao cuidado nas estratégias climáticas, fortalecer os serviços públicos, garantir a participação efetiva de mulheres cuidadoras nas negociações e colocar o cuidado no centro das políticas de reparação e de perdas e danos relacionadas ao clima.
Carta Aberta à Presidência da COP30
Cuidado, trabalho decente e transição justa: por uma economia que sustente a vida
Belém, 2025
À Presidência da 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30),
Nós, organizações da sociedade civil, dirigimo-nos à Presidência da COP30 para reafirmar a urgência de colocar o cuidado no centro da transição justa, do trabalho decente e das respostas globais à crise climática.
O trabalho de cuidado — remunerado ou não — sustenta a vida, as economias e os territórios. Contudo, continua invisibilizado, desvalorizado e distribuído de forma desigual. Em regiões como a África, Ásia, América Latina e o Caribe, as mulheres realizam de três a cinco vezes mais horas de cuidado não remunerado do que os homens. No Brasil, 91% das trabalhadoras domésticas são mulheres, 65% delas negras, evidenciando como as desigualdades de gênero, raça, classe e idade estruturam o trabalho que mantém a dignidade da vida humana. Este trabalho é, portanto, feminilizado, racializado e segue ocorrendo durante o processo de envelhecimento das mulheres.
As mudanças climáticas agravam essa realidade. A intensificação de eventos extremos, a escassez de água e alimentos e o deslocamento de comunidades ampliam o tempo e o esforço dedicados ao cuidado doméstico ou de pessoas — um trabalho que recai, sobretudo, sobre mulheres em territórios periféricos, rurais, ribeirinhos e indígenas. Ao mesmo tempo, são elas que lideram ações comunitárias de adaptação, proteção da biodiversidade e construção de resiliência, mesmo sem reconhecimento ou remuneração adequada. Assim, o trabalho de cuidado remunerado e não remunerado realizado por indivíduos e comunidades, além do cuidado ambiental, são dimensões essenciais do direito humano ao cuidado que devem estruturar as políticas e os investimentos em ação climática, agora e no futuro.
O novo Plano de Ação de Gênero da UNFCCC, em discussão, reconhece pela primeira vez o trabalho de cuidado como tema emergente essencial para a igualdade de gênero e a ação climática. Esse avanço é histórico e requer compromisso político para se traduzir em financiamento, consolidação de serviços públicos universais e de qualidade, capacitação e participação efetiva de mulheres cuidadoras sem remuneração e trabalhadoras nas decisões sobre o clima e a economia, para alcançar uma transição verdadeiramente justa.
A Presidência brasileira da COP30 tem a oportunidade de liderar esse processo e de consolidar globalmente a agenda de cuidados como parte da transição justa. O Brasil pode mostrar ao mundo que não há descarbonização possível sem o reconhecimento e a valorização do trabalho que sustenta a vida e que é realizado sobretudo por mulheres negras, indígenas, periféricas e do campo de todas as idades.
Por isso, demandamos que a COP30:
Uma transição verdadeiramente justa é aquela que coloca a sustentabilidade da vida no centro das políticas econômicas e ambientais, reconhecendo o papel vital das mulheres, das comunidades e de todas as pessoas que cuidam da vida humana e da natureza.
Assinam (em ordem alfabética):

PROGRAMME OFFICER -PUBLIC SERVICES
Ana Clara works as a Programme Officer on Public Services with the Global Initiative for Economic, Social, and Cultural Rights. She holds a master’s degree in Human Rights and Humanitarian Action from Sciences Po in Paris, where she focused on economic, social, and cultural Rights, and Latin American and gender studies. She holds a Bachelor of Laws from Universidade Federal de Mato Grosso in Brazil.
Ana Clara previously worked on litigation claims concerning the right to social security and the right to health at the Public Defender’s Office and Federal Court of Justice in Brazil. She also supported the work of the Special Rapporteur on Economic, Social, Cultural, and Environmental Rights of the Inter-American Commission on Human Rights. Recently, she worked on strategic litigation before the Inter-American Court of Human Rights as part of the team of the Center for Justice and International Law.
Ana Clara, country is Brazil (Based in Paris).
PROGRAMME OFFICER -PUBLIC SERVICES & REPRESENTATIVE FOR AFRICA
Ashina works as the Programme Officer for Public Services and Representative for Africa with the Global Initiative for Economic, Social and Cultural Rights. She is an Advocate of the High Court of Kenya, with an LL.B degree from the University of Nairobi, Kenya, and an LL.M (with distinction) in Human Rights and Democratisation in Africa from the Centre for Human Rights, University of Pretoria, South Africa.
Passionate about social justice, she has worked in the human rights sector for over six years at the intersection of global and national struggles for just systems of public service delivery to ensure everyone can enjoy their socio-economic rights, first at the Economic and Social Rights Centre-Hakijamii in Kenya and then at GI-ESCR. In particular, she has led and supported research and advocacy at local, national and global research and advocacy focused on the human rights legal framework relating to the rights to land, housing, education, health and water, for marginalised communities. Her research interests also include human rights and economic policy and the contribution that human rights obligations can make to the formulation and implementation of economic policy.
Ashina is based in Nairobi, Kenya.
SENIOR COMMUNICATIONS OFFICER
Belén has a BA in International Relations. She lived in India and the Philippines just after graduating where she volunteered for three years in health and education projects. Upon her return to Argentina, where she is native from, she joined Red Solidaria as volunteer and international aid coordinator. She worked as a journalist and program manager at La Nación newspaper foundation in Buenos Aires, to later become Social Media information specialist at the US Embassy in Buenos Aires. She acted there as Liaison Officer with other sections and became Grant Officer representative. She was selected to become HelpArgentina's Executive Director to help expand fundraising opportunities abroad for NGOs from other Latin American countries, and successfully transitioned the organization into PILAS, Portal for Investment in the Latin American Social Sector. From there she moved on to working at a new media startup, RED/ACCION, as Engagement Editor and Membership coordinator before joining us as Communications Officer.
Belén is based in Buenos Aires, Argentina.
RESEARCH ASSOCIATE
Lorena Zenteno is a PhD student at the University of Edinburgh. Her primary research interests include the human rights dimensions of climate change and environmental impacts, climate change justice, gender, and the judiciary’s role in the climate change crisis. Lorena has worked for several years in Chile, as a judge, as a law clerk, in the Court of Appeal of Concepcion, Santiago and in the Constitutional Chamber of the Supreme Court of Chile. She is a member of the Environment and Human Rights Commission of the National Association of the Chilean Judiciary, dedicated to study and discuss climate change and environmental impacts on human rights. Lorena is the Chilean National Rapporteur on Global Climate Litigation database for the Sabin Center for Climate Change Law of Columbia University.
She was a senior researcher for the former UN Special Rapporteur on Cultural Rights, Karima Bennoune, from September 2018 until September 2021. Supported and assisted the UN Special Rapporteur to fulfil his mandate to the UN General Assembly and UN Human Rights Council.
She holds an LL.B. from Universidad de Concepcion, a LL.M. in Environmental Law from the University of Davis, California, and a Master in Business Law from the University Pompeu Fabra, Barcelona, Spain. Lorena is a member of the the Global Network for the Study of Human Rights and the Environment.
Lorena is based in Geneva, Swiss.
PROGRAMME OFFICER -RIGHT TO EDUCATION
Zsuzsanna works as Right to Education Officer with the Global Initiative for Economic, Social and Cultural Rights. Prior to joining GI-ESCR, she assisted in the drafting process of the Abidjan Principles on the Right to Education and the development and publication process of the Commentary of the Abidjan Principles as a consultant. Previously, she has worked with the Open Society Justice Initiative as an Aryeh Neier Fellow on issues such as equality and non-discrimination, Roma rights, the right to education, economic justice, access to justice and the rule of law. She has also worked as a lawyer with the Hungarian Civil Liberties Union on educational segregation, Roma rights and hate crimes. She holds an LL.M in Public International Law from the University of Edinburgh and a Law Degree from the Eötvös Loránd University Budapest.
Zsuzsanna is based in Budapest, Hungary.
If you enjoy our work, please consider making a donation!
No amount is too small. Your contribution will help us fight for transformative change to end endemic problems of social and economic injustice.
The Global Initiative for Economic, Social and Cultural Rights is a 501(c)(3) non-profit organisation. Donations are tax-deductible in many countries, including the United States.
OFICIAL DE PROGRAMA - SERVICIOS PÚBLICOS Y REPRESENTANTE PARA ÁFRICA
Ashina es oficial del Programa para los Servicios Públicos y Representante para África de la Global Initiative for Economic, Social and Cultural Rights. Es abogada de la Corte Suprema de Kenia, egresada (LL.B) de la Universidad de Nairobi, Kenia, y con un máster (LL.M) en derechos humanos y democratización en África, completado con honores, en el Centro para los Derechos Humanos de la Universidad de Pretoria en Sudáfrica.
Ashina es una apasionada de la justicia social, y ha trabajado en el área de los derechos humanos en el marco de las luchas nacionales y mundiales por sistemas más justos de prestación de servicios públicos, que garanticen a todos el disfrute de sus derechos socioeconómicos. Primero trabajó en el Economic and Social Rights Centre de Hakijamii, Kenia, y luego, en el GI-ESCR. Concretamente, ha dirigido y apoyado la investigación y la defensa, a nivel local, nacional y mundial, del marco legal de derechos humanos para los derechos de las comunidades marginadas a la tierra, la vivienda, la educación, la salud y el agua. Sus intereses en la investigación se orientan también a los derechos humanos y las políticas económicas, así como a la contribución que el cumplimiento de los derechos humanos hace a la formulación y ejecución de las políticas económicas.
Ashina reside en Nairobi, Kenia.
OFICIAL DE PROGRAMA - DERECHO A LA EDUCACIÓN
Zsuzsanna es oficial del Programa de Derecho a la Educación de la Global Initiative for Economic, Social and Cultural Rights. Antes de unirse a GI-ESCR, colaboró, como consultora, en la redacción de los Principios de Abiyán sobre el derecho a la educación, así como en la elaboración y publicación del Comentario de los Principios de Abiyán. Previamente, Zsuzsanna trabajó con la Open Society Justice Initiative como becaria de la Aryeh Neier Fellowship, en temas como la igualdad y la no discriminación, los derechos de los romaníes (Roma Rights), el derecho a la educación, la justicia económica, el acceso a la justicia y el estado de derecho. También ha trabajado como abogada con la Hungarian Civil Liberties en la segregación educativa, los derechos de los Romaníes y los crímenes de odio. Tiene un máster (LL.M) en derecho público Internacional por la Universidad de Edimburgo y una licenciatura en Derecho por la Universidad Eötvös Loránd, Budapest.
Zsuzsanna reside en Budapest, Hungría.
SENIOR AGENT DE COMMUNICATION
Belén est titulaire d’un BA en relations internationales. Juste après avoir obtenu son diplôme, elle a vécu en Inde et aux Philippines, où elle s'est portée volontaire pendant trois ans pour des projets de santé et d'éducation. À son retour en Argentine, d'où elle est originaire, elle a rejoint Red Solidaria en tant que volontaire et coordinatrice de l'aide internationale. Elle a travaillé comme journaliste et responsable de programme à la fondation du journal La Nación à Buenos Aires, pour devenir ensuite spécialiste de l'information sur les médias sociaux à l'ambassade des États-Unis à Buenos Aires. Elle y a joué le rôle d'agent de liaison avec les autres sections et est devenue représentante des agents de subvention. Elle a été choisie pour devenir la directrice exécutive de HelpArgentina afin d'aider à développer les possibilités de collecte de fonds à l'étranger pour les ONG d'autres pays d'Amérique latine, et a réussi la transition de l'organisation vers PILAS, le portail d'investissement dans le secteur social latino-américain. Elle a ensuite travaillé pour une start-up de nouveaux médias, RED/ACCION, en tant que rédactrice chargée de l'engagement et coordinatrice des membres, avant de nous rejoindre en tant que responsable de la communication.
Belén vit à Buenos Aires, en Argentine.
OFICIAL ASOCIADO DE PROGRAMA- SERVICIOS PÚBLICOS
Ana Clara Cathalat colabora como socia en la Global Initiative for Economic, Social, and Cultural Rights, mientras prosigue con su máster en derechos humanos y acción humanitaria en la Universidad Sciences Po, París. Allí centra su interés en los derechos económicos, sociales y culturales y en estudios de género en América Latina. Tiene una licenciatura en derecho por la Universidad Federal de Mato Grosso, Brasil.
Previamente, Ana Clara trabajó en reclamaciones judiciales relacionadas con el derecho a la seguridad social y el derecho a la salud en la Oficina del Defensor Público y el Tribunal Federal de Brasil. Asimismo, apoyó la labor del Relator Especial en Derechos Económicos, Sociales, Culturales y Ambientales de la Comisión Interamericana de Derechos Humanos. Recientemente, trabajó en litigios estratégicos ante la Corte Interamericana de Derechos Humanos, como miembro del equipo del Centro por la Justicia y el Derecho Internacional.
Ana Clara, Brasil. (Reside en París).
INVESTIGADORA ASOCIADA
Lorena Zenteno es estudiante de doctorado en la Universidad de Edimburgo. Entre sus principales intereses de investigación se encuentran el impacto del cambio climático y su efecto ambiental sobre los derechos humanos, la justicia ambiental, el género y el papel del sistema de justicia en la crisis por el cambio climático. Trabajó varios años en Chile como jueza y como asistente jurídico en la Corte de Apelaciones de Concepción, Santiago, y en la Sala Constitucional de la Corte Suprema de Chile. Es miembro de la Comisión de los Derechos Humanos y Ambientales de la Asociación Nacional de Magistrados y Magistradas de Chile, la cual se dedica a estudiar el impacto del cambio climático y su efecto ambiental sobre los derechos humanos. Lorena es la relatora nacional chilena de la base de datos de los litigios por el cambio climático del Sabin Center for Climate Change Law de la Universidad de Columbia.
Trabajó como investigadora principal para la Relatora Especial sobre los Derechos Culturales de las Naciones Unidas, Karina Bennoune, desde septiembre de 2018 hasta septiembre de 2021. Apoyó y asistió al Relator Especial de las Naciones Unidas en sus labores ante la Asamblea General y el Consejo de Derechos Humanos de las Naciones Unidas.
Tiene una licenciatura en derecho por la Universidad de Concepción, un máster en derecho ambiental por la Universidad de Davis, California, y un máster en derecho empresarial por la Universidad Pompeu Fabra en Barcelona, España. Lorena es miembro de la Global Network for the Study of Human Rights and the Environment.
Lorena reside en Ginebra, Suiza.
Si le gusta nuestro trabajo, considere hacer una donación.
Ninguna cantidad es demasiado pequeña. Su contribución nos ayudará a luchar por un cambio transformador para poner fin a los problemas endémicos de la injusticia social y económica.
La Global Initiative for Economic, Social and Cultural Rights es una organización sin fines de lucro 501(c)(3). Las donaciones son deducibles de impuestos en muchos países, incluyendo Estados Unidos.
OFICIAL DE PROGRAMA - SERVICIOS PÚBLICOS Y REPRESENTANTE PARA ÁFRICA
Ashina es oficial del Programa para los Servicios Públicos y Representante para África de la Global Initiative for Economic, Social and Cultural Rights. Es abogada de la Corte Suprema de Kenia, egresada (LL.B) de la Universidad de Nairobi, Kenia, y con un máster (LL.M) en derechos humanos y democratización en África, completado con honores, en el Centro para los Derechos Humanos de la Universidad de Pretoria en Sudáfrica.
Ashina es una apasionada de la justicia social, y ha trabajado en el área de los derechos humanos en el marco de las luchas nacionales y mundiales por sistemas más justos de prestación de servicios públicos, que garanticen a todos el disfrute de sus derechos socioeconómicos. Primero trabajó en el Economic and Social Rights Centre de Hakijamii, Kenia, y luego, en el GI-ESCR. Concretamente, ha dirigido y apoyado la investigación y la defensa, a nivel local, nacional y mundial, del marco legal de derechos humanos para los derechos de las comunidades marginadas a la tierra, la vivienda, la educación, la salud y el agua. Sus intereses en la investigación se orientan también a los derechos humanos y las políticas económicas, así como a la contribución que el cumplimiento de los derechos humanos hace a la formulación y ejecución de las políticas económicas.
Ashina reside en Nairobi, Kenia.
RESPONSABLE DE PROGRAMME - DROIT À l’ÉDUCATION
Zsuzsanna travaille actuellement en tant que responsable du droit à l'éducation pour l'Initiative mondiale pour les droits économiques, sociaux et culturels. Avant de rejoindre GI-ESCR, elle a participé, en tant que consultante, au processus de rédaction des Principes d'Abidjan sur le droit à l'éducation et au développement et à la publication du Commentaire des Principes d'Abidjan. Auparavant, elle a travaillé avec l'Open Society Justice Initiative en tant que boursière Aryeh Neier sur des questions telles que l'égalité et la non-discrimination, les droits des Roms, le droit à l'éducation, la justice économique, l'accès à la justice et l'État de droit. Elle a également travaillé en tant qu'avocate pour l'Union hongroise des libertés civiles sur la ségrégation scolaire, les droits des Roms et les crimes haineux. Elle est titulaire d'un master en droit international public de l'Université d'Édimbourg et d'un diplôme de droit de l'Université Eötvös Loránd de Budapest.
Zsuzsanna vit à Budapest, en Hongrie.
CHARGÉE DE PROGRAMME ASSOCIÉE – SERVICES PUBLICS
Ana Clara Cathalat collabore actuellement, dans le cadre d’une bourse, à l’Initiative mondiale pour les droits économiques, sociaux et culturels, tout en préparant un master en droits de l'Homme et action humanitaire à Sciences Po Paris, où elle se spécialise en droits économiques, sociaux et culturels, ainsi qu’en études de genre et latino-américaines. Elle a une licence de droit de l’Université Fédérale du Mato Grosso au Brésil.
Ana Clara a auparavant travaillé sur des actions en justice relatives au droit à la sécurité sociale et au droit à la santé auprès du Bureau de l’aide juridictionnelle et de la Cour de justice fédérale du Brésil. Elle a également appuyé les travaux de la Rapporteuse spéciale sur les droits économiques, sociaux, culturels et environnementaux de la Commission interaméricaine des droits de l'Homme. Elle a récemment travaillé sur des actions en justice dans des cas stratégiques auprès de la Cour interaméricaine des droits de l'Homme, au sein de l’équipe du Centre pour la Justice et le Droit International (CEJIL).
Ana Clara, le pays est le Brésil (Basée à Paris).
ASSOCIÉE DE RECHERCHE
Lorena Zenteno est doctorante à l’Université d’Édimbourg. Ses principaux thèmes de recherche sont les dimensions du changement climatique et des problèmes écologiques relatives aux droits de l'Homme, la justice climatique, le genre, et le rôle de la Justice dans la crise du changement climatique. Lorena a travaillé pendant plusieurs années au Chili, comme juge et comme légiste, auprès des Cours d’appel de Concepción et Santiago et de la Chambre constitutionnelle de la Cour suprême du Chili. Elle fait partie de la Commission de l’environnement et des droits de l'Homme de l’Association nationale de la magistrature chilienne, dont la mission est d’étudier et de débattre des conséquences du changement climatique et des problèmes écologiques sur les droits de l'Homme. Lorena est la Rapporteuse nationale chilienne sur la base mondiale des actions en justice climatiques pour le Centre Sabin pour le droit du changement climatique de l’Université de Columbia.
Elle a occupé le rôle de chercheuse principale pour l’ancienne Rapporteuse spéciale sur les droits culturels de l’ONU, Karima Bennoune, entre septembre 2018 et septembre 2021. Elle a appuyé et soutenu la Rapporteuse spéciale de l’ONU dans l’accomplissement de son mandat conféré par l’Assemblée générale de l’ONU et le Conseil des droits de l'Homme de l’ONU.
Elle a une licence de droit de l’Université de Concepción, un master en droit de l’environnement de l’Université de Davis (California) et un master en droit des affaires de l’Université Pompeu Fabra de Barcelone (Espagne). Lorena fait partie du Réseau mondiale pour l’étude des droits de l'Homme et de l’environnement.
Lorena vit à le Chili, basé à Genève.
Si vous aimez notre travail, pensez à faire un don !
Aucun montant n'est trop petit. Votre contribution nous aidera à lutter pour un changement transformateur afin de mettre fin aux problèmes endémiques d'injustice sociale et économique.
L'Initiative mondiale pour les droits économiques, sociaux et culturels est une organisation à but non lucratif 501(c)(3). Les dons sont déductibles des impôts dans de nombreux pays, y compris aux États-Unis.
SENIOR OFICIAL DE COMUNICACIONES
Belén es licenciada en Relaciones Internacionales. Apenas se graduó, vivió en la India y en Filipinas, donde fue voluntaria durante tres años en proyectos de salud y educación. Al regresar a su nativa Argentina se incorporó a la Red Solidaria como voluntaria y coordinadora de ayuda internacional. Trabajó como periodista y gestora de programas de la fundación del diario La Nación en Buenos Aires, para luego convertirse en especialista en información de medios sociales en la Embajada de Estados Unidos en Buenos Aires. Allí actuó como oficial de enlace con otras secciones y se convirtió en oficial representante de los programas de subvenciones. Fue seleccionada como Directora Ejecutiva de HelpArgentina con la función de ampliar las oportunidades de recaudación de fondos internacionales de las ONG de otros países latinoamericanos, y logró la transición exitosa de la organización hacia PILAS, Portal para la Inversión Social en Latinoamérica. De allí pasó a trabajar en una nueva empresa de medios de comunicación, RED/ACCION, como editora y coordinadora de membresías, antes de unirse al equipo de la GI-ESCR como oficial de comunicaciones.
Belén reside en Buenos Aires, Argentina.
DIRECTORA EJECUTIVA
Camila cuenta con más de 14 años de experiencia en abogacía a niveles nacional, regional y multilateral, especializándose en la supervisión de investigaciones y litigios sobre diversos temas de derechos humanos. Ha residido en Buenos Aires, donde trabajó en el Centro de Estudios Legales y Sociales (CELS), coordinando esfuerzos internacionales durante cuatro años. Camila posee una maestría en Administración Pública y Política Pública de la Fundación Getulio Vargas en San Pablo y una licenciatura en Relaciones Internacionales de la Universidad de Brasilia.
Camila reside en Brasilia, Brasil.
.